27.7.06

suspirem lá todos comigo

Terapia da fala. E como é assim que o meu Setembro começará vou fazer neste último post uma homenagem aos meus antigos vícios da fala. Este escreverei sem 'eles'.

Quarta-feira fui ao senhor doutor OTORRINOuARINGOuOGISTA (1.2.3. digam todos outra vez). O doutor puxou-me a uíngua para fora enfiou-me um espeuho goeua abaixo e obrigou-me a dizer iiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii. Ao fazer isso eue descobriu que eu tenho cauos nas cordas vocais. Pois é. Falar de forma incorrecta faz cauos nas cordas. As cordas em vez de se moverem de forma uivre, ueve e souta, fazem cuap cuap uma contra a outra e uá ficam cauos.

Resuutado... Terapia da faua. Vou ter que reaprender a fauar. Porque senão os cauos crescem. E se eues crescem eu suspirarei para toda a vida. Se eu suspirar para toda a vida a Rita deixa de me fauar, a Catarina põe-me um quadro ao pescoço, o Uasse perguntará sempre em voz muito auta porque é que eu estou a suspirar, que o que disse não é segredo para ninguém. E nem quero ter que pensar no número de vezes que ouvirei 'ah! o que é que disseste?'. por essas e por outras, agora deixei mesmo o fumo pelo menos o meu (sendo que já lá fazem 72h que eu não fumo). esperemos que se mantenha.

O report está quase a acabar mas sinto que só o poderei entregar em Setembro porque não há faculdade aberta em Agosto. O Miroques fez anos ontem mas não me atendeu o telefone e a Chinesa faz anos no dia 29. No dia 30 o Esa volta para a Finlândia e depois disso eu recomeço a procura por emprego para voltar para lá também. E é tudo.

Este post é o sinau que eu envelheci, porque uma ida ao médico virou assunto para descrever uma semana. Isto está tudo tão excitante!!!! Vamos lá ver se o fim de semana melhora isto.

24.7.06

Soundz Good Soundz Like Lisbon

Desde já peço um aplauso para o título barato e o trocadilhozinho fácil.

Obrigado ... Obrigado.

Agora passo ao que interessa.

Lá em cima estava o tiroliroliro e cá em baixo estava o tiroliroló... juntaram-se ambos à beira do rio a tocar o violoncelo e a dançar o solidó. Isto descreve a segunda banda lá com a menina Isobel que tinha uma vozinha... nem volto a dizer de onde vinha a voz dela porque a maioria dos meus leitores já sabe a minha opinião. Nã gostei nada dos dois primeiros.... chato... musiquinha chata. Mas nem tudo são queixas.

Eis que ele entrou. She wants revenge. Adorei, adorei aquele senhor. Adorei o seu penteado, o seu casaco e colete, os movimentos em palco e a musiquinha... É que o moço dançava mesmo bem e não partilho de opiniões que usam o velho preconceito, se dança bem só pode ser gay. Depois os outros meninos que não estavam mal mas que não me agradaram tanto quanto o primeiro e por fim os grandes... os cabeças de cartaz. Estiveram muito bem, fartei-me de dançar, de cantar as musiquinhas todas do novo album do qual gosto bastante. Cantei até que voz doeu (literalmente) e mais uma vez fiquei sem pio no fim de um fim de semana.

Depois disso a Rita prometeu deixar de me falar se algum dia eu ficasse muda para sempre, a Catarina prometeu que entraríamos ambas no curso de linguagem gestual, se bem que ao fim da noite já estava mais interessada em comprar-me um quadro de xisto para eu carregar ao pescoço. Fomos ao biscaense e eu comi o (até então) melhor hamburguer vegetariano. Gostei daquele jovem empreendedor brasileiro que anda por ali a alimentar os beberruns e desamparados pedindo somente 2,5 Euros em troca.

Por fim Incógnito, revi velhos colegas dos tempos que eu era a Paula from the Block (ou seja RAC numa famosa empresa de Entertainment home), dei dois pézinhos de dança e ala que se faz tarde.

Hoje fui “trabalhar” pelos 50E mais fáceis de toda a minha existência e depois gastei parte. O plano era sapatos, mas como ainda não encontrei o par perfeito para o meu pézinho de Cinderella, comprei calções e t-shirt (quase a mesma coisa).

Beijinhos. Volto quando voltar a ter assunto.

18.7.06

Pois sempre me disseram que no Inferno as temperaturas são altas...

O nosso mundo de redondo que é tem sempre destas coisas. Uma pessoa mexe-se para sul e a sua vida fica um infernozito terreste que é qualquer coisa. Cheguei a Portugal fez ontem 8 dias. Ao aterrar em Lisboa, pela primeira vez em toda a minha vida, a excitação de ver as colinas, as casinhas de mil cores, a ponte 25 e o castelo não foi lá grande coisa. Abertamente, desta vez eu não estava a fazer grande questão no meu regresso. Não me interpretem mal, eu gosto muito do meu país, é bonito e tudo e tudo mas ele há coisas que me irritam.

Segunda-feira, dia 10 - Chego a Lisboa às 13:00. Mamma de mio cuore espera de braços abertos e lágrima no canto do olho. A Portela é sem sombra de dúvida o aeroporto mais teatral de todo o mundo, creio que nem a Venezuela ou o México, com as suas novelas de fazer chorar a pedrita da calçada, conseguem ser tão dramáticos na hora do 'Olá que já não te vejo faz tanto tempo' ou do 'Adeus, oh vai-te embora'. Saímos da comédia gregó-romana e fomos para Loures procurar um restaurante. O sítio onde eu moro está tão à frente com o seu slogan de 'terra de futuro' que nem precisa de comer à segunda-feira. Tudo quanto era restaurante, casa de pasto, ou qualquer outra coisita do género, estava fechado. Lá seguimos mais para norte um bocadinho e encontrámos um restaurante cuja a especialidade era leitão mas que também sabia fazer um belo polvo à lagareiro. Estive mais de 3 horas à mesa a comer e a beber. Os meus pais ficaram com a ligeira impressão que eu não comia desde que saí de Portugal em Janeiro e, de certa forma, polvinho com batatinha assada e vinho branco com bolhinhas, já não comia fazia algum tempo. Chegámos a casa, ficámos o resto do dia sem fazer nada até que à noite lá fui beber cafézito com a Ritinha para pormos a conversa em dia.

Terça-feira, dia 11 - Resolvo ir ao banco resolver os meus problemas financeiros. O Montepio é simpático e dá-me um cartão de crédito. Mas não me diz que eu só o posso usar dali a 48 horas. Eu como já não usava o meu electron há muito tempo e me esqueci do código porque na Finlândia não era preciso usá-lo, resolvo tentar levantar dinheiro com o meu cartão novo. A caixa ficou com ele. Vou ao banco queixar-me, eles dizem "Ah a menina precisa de 48 horas antes de o usar. Precisamos do fax do banco que lhe ficou com o cartão. Arranje-o". Lá fui buscar o número do fax, lá o fui levar. (Um cartão = 3 idas ao banco no mesmo dia). Depois fui para Lisboa, cortar o cabelo a uma cabeleireira pouco inspirada que me transformou no Steve Tyler (ver Boing Boom Tschak) um bocadinho mais gordinho. Lá encontrei o amm da CAMMA (alves, medeiros, mira) os meninos e menina do meu coração e Herlander. E este dia também teve direito a almocinho com a RU.

Quarta-feira, dia 12 - Pouco há para contar deste dia de fastio em que resolvo começar a desfazer a mala. A minina Pat Jessie Cat resolve voltar do Milão, para o qual foi sem dizer nada a ninguém e vamos ao Dallas beber uma águita fusquinha que este calor já nem deixa uma pessoa comer ou beber café (os dois maiores prazeres). Fui ver a Dra. Sónia, a Dentista mais Sexy de todo o mundo que está com uma barriga bem redondinha de onde vem mais uma cachopinha para virar o mundo ao contrário. Deu-me duas notícias. A boa foi saber que a tipaleipa finlandesa não venceu e o meu dente partido tem reconstrução. Má notícia, a gravidade, gengiva mole e língua ganharam e quinta feira que vem serei um Steve Tyler com aparelho nos dentes. LOVELY.

Quinta-feira, dia 13 - Ligo ao Afonso, ele dá-me trabalho para a semana (escrever o relatório o mais depressa possível). Vou sair com a Ru e o Tiago e a amiga Italiana da Ru que a veio visitar. Fomos ao Chapitó e tive que passar uma noite a falar portinhol. Vós que me conheceis melhor sabeis que isso para mim não é fácil e me deixa de nervo em franja. O Esa liga e diz que Sábado às 23 chega a Lisboa.

Sexta-feira, dia 14 - Fico o dia todo em casa a escrever o relatório e a desidratar porque o calor por cá ... é que não há paciência.

Sábado, dia 15 - Lo mismo que sexta mas às 23 vou buscar o Esa. Vimos à minha casa, ele janta e bebe mundos. Vamos para Santa Cruz para o Carnaval de Verão que estava a acabar... Bebemos a noite toda com a Catarina, vamos para a casa dela dormir.

Domingo, dia 16 - Encontro o meu André na escada quando vou a sair do quarto... felizmente há tanta gente bonita para rever por cá, almoçamos um polvo delicioso feito pela mãe dos manos maravilha e vamos para a praia a tarde toda. O Luís também lá estava e foi uma tarde de piadas em torno de um jornal. Voltamos ao fim da tarde, jantamos com os meus pais um peixe assado no forno que estava DEMAIS e vamos ao bairro beber um copo. Mais uma vez fico sem o cartão numa caixa multibanco. O Esa faz novos amigos e pelos vistos eu também dado que Joni foi despromovido de Demo. Perco a minha voz, consequências a meu ver tabagísticas, pelo 4º fim de semana consecutivo.

Segunda-feira, dia 17 - Vou ao banco tentar resolver o meu problema com o cartão e apanho uma bancária pouco simpática que me diz "Como é que o queria poder usar se ele não está activo" com a pior atitude que já vi alguém ter atrás de um balcão. Eu respondo "Olhe é assim, eu já vim 4 vezes a este banco por causa desse cartão para o ACTIVAR, e como tenho pouca paciência para essas coisas e como a senhora não me quer com mau feitio, vamos cancelá-lo" a atitude dela mudou logo e ficou uma simpatia. Disse-me que para o cancelar sem custos tinha que o ir buscar ao banco que me tinha ficado com ele, precisava do fax, eu tinha que o arranjar. Mais uma vez, bastante calma pelo menos no tom eu respondi "Não, não tenho. A senhora é que vai pegar no telefone, vai ligar para as informações, pedir o número do banco, ligar para o banco e pedir o fax de lá. Mandar o fax e então eu irei a lisboa buscar o cartão." E assim foi. É lindo o respeito que me têm quando eu uso o meu tom rouco.
Depois fui passear o Esa ao Bairro e ao Chiado e encontramos os outros dois filandeses, novos amigos do Esa. Fomos almoçar à Casa da Índia e depois fomos ao Castelo. O resto da tarde foi de vinho no Chapitó e à noite encontro a minha Chinesa e o Italiano dela no bairro. E assim acontece, vão-se matando saudades e algumas células entre birras e altas temperaturas. Segunda-feira fumei o meu último.

Hoje recomeça uma nova Pala, esperemos que tenha voz daqui a nada porque já me cansa esta vida de fadista frustada que não consegue dar-lhe nos graves. Hoje o meu futebolista faz anos.

13.7.06

Ah e tal....

E daquela vez em que eu liguei ao meu professor e perguntei "Então professor, para quando devo entregar o relatório de estágio?" e ele vai e responde "Eh pá! Amanhã!"
E eu respondo, "Ah era fixe mas amanhã é sexta e eu não posso." e ele então responde outra vez "Eh pá, então para a semana."

É giro não é. Tem piada.

30.6.06

A trainee no more, ooohhhhhhh, no longer a trainee

Hoje é que foi, acabou, est finni, it's finnished, the end, como diria aquele grande poliglota Zé Cid "Adio, adieu, auf wierdesin, goodbye" (lamento alguns erros ortográficos, especialmente os espanhois, franceses, portugueses e ingleses, alemães parecem-me erros naturalmente compreensíveis, dado que os tipos cospem quando falam).

Acabei a era do estudo, da corrida pelo conhecimento absoluto e a fundo de todas as lagers mundiais, vodkas, e afins. Amanhã não sou mais estudante. Tenho que arranjar trabalho e sustentar os meus gostos caros. Acabaram-se as levis, cheyene e diesel pagas pela mamma. Acabaram-se as irresponsabilidades financeiras.

Amanhã comeca a busca por emprego, trabalho ou algo que se pareca. Apoio financeiro do estado também me parecia bem, embora ache que não pareca bem ao estado.

Acabou amigos. Não sei bem se ria ou chore com a situacão. Muitos beijos. Até para a semana.

28.6.06

For the record

Talvez não interesse a muitos de vós, mas a uma vai interessar. Ontem enquanto jantava no Maxille com os meus patrões comida de comer e chorar por mais, O Foleiro do Metal, jantava com um guitarrista de banda finlandesa dos 80, na mesa ao lado. Rita vi o Valo. E tive um iPod de prenda de despedida.

27.6.06

Diana

Como sei que vens mais aqui do que ao teu próprio email, apesar de não comentares nunca, o recado hoje vai via blog. Por acaso não reparaste se deixei o meu telemóvel em casa? É que estou com a leve sencacão que o perdi. Não que ele tenha dinheiro, ou que seja bonito, ou que seja caro, ou que não seja velho, mas de qualquer forma, com a vida social activa que Deus me deu, parece-me difícil não ter o bichinho comunicador. Bjs.

Hoje vou jantar fora, a patroagem patrocina.

25.6.06

Uma 'brochura' já foi, venha a próxima que eu aguento

Caros amigos
Desde já explico-vos o título bizarr-ó-rdinário que vos apresento. Na minha qualidade de boa migra já comecei a aportuguesar palavras inglesas e vice-versa. Desde que cheguei a KOKO3 oy que o meu maior projecto tem sido a realização de uma nova brochure para a banda do design finlandês. A brochura amigos, acabei-a na passada quarta-feira, imprimi-a com sucesso 10 vezes seguidas e fui paparicada por patrões e visitantes o resto do dia. Ele até gelado houve para a menina dos patrões que optimistas com o novo website www.koko3.fi (ou o link na barrita ao lado) e com a nova brochura sentem-se confiantes em relação a futura clientela e futuros sucessos no interior do mundo ou no mundo dos interiores.

De boa menina que fui, e que sou, tive quinta de folga e fui para a ilha, tal qual como fazem os açoreanos (beijos CAROL tou quase aí). A ilha chamava-se Kaunisaari, o evento Johanus, que é como quem diz midsummer fest, que é como quem diz solstício. O dia mais longo do ano aqui, e para mim, foi bastante longo.

A ilha tem um problema gigante. Lá acampa-se e eu de acampar não gosto muito. E como uma desgraça nunca vem só, a casa de banho não tinha saída de água, ou entrada para ser mais precisa. Banho era no mar, dormir era na tenda. Como o mar era gelado e como mulher citadina que se preze tem sempre que ter o periodo quando resolve ir acampar, banho só o tomei ontem quando cheguei a casa. Higienes à parte, voltemos ao que me traz aqui.

O dia mais longo do ano envolveu vodka laranja porque de parva não tenho muito. Aquilo viu-se futebol em tv canocha, cantou-se e guitarrou-se à desgarrada e comeu-se o que se conseguiu arranjar. Dia seguinte fez-se o fogo, matou-se as bruxas, cantou-se mais uma vez e apanhou-se a piela do primeiro semestre do 2006. Fez-se asneira... como não poderia deixar de ser e até então, cá se vai andando com a dor de consciência - muito bem obrigado -porque há asneiras que nos sabem bem, independentemente das birras e consequências futuras.

Felizmente para as ilhas, pelo menos estas vai-se de barco, e eles conseguem fazer o caminho inverso. Foi um alívio chegar ao chuveiro, foi um alívio por a cabeça na almofada e dormir o sono dos irresponsáveis que quando bebem não sabem o que fazem.

Voltando à brochura, uma vez completa o meu estágio está aqui está a acabar. Segunda começa a contagem decrescente de cinco dias para adeus a koko3. O estágio acabou, não sei que me espera para além do uma mudança atribulada de país, meia dúzia de choros, saudades e penas. Sei que terei que escrever algo sobre o que fui fazendo por aqui mas infelizmente também sei que design não foi das minhas maiores conquistas.

Não vale a pena queixar-me em avanço. A próxima brochura é relatório e tal como a primeira, não duvido que será impressa. A seguinte será arranjar trabalho, que arranjarei ou não me chamo Paula Alexandra (e pus os dois nomes porque já sei que se não arranjar não me custa nada apagar o segundo da minha identificação).

Portugal por sua vez também teve a sua brochura este fim de semana, e ai não que não se livrou dela. No fundo somos um povo que sabe bem como se desemerdar nos meandros da vida, da sorte e do futebol.

DIA 10 DE JULHO ESTOU DE VOLTA A VÓS. REZEM TODOS PARA QUE SEJA POR POUCO TEMPO.

19.6.06

1+1=2 ou será 3. Mais coisa menos coisa...

Diz a sabedoria popular, onde comem dois, comem 3. Isto vindo de um país católico está-me a parecer demasiado modernito e até um bocadito para o perverso. Mas é verdade, ele há sempre comida para mais um. Pode não haver prato para mais um, mas há sempre como dividir um pedaco de carnica, uma batatita, uma sandocha. Ele quando há boa vontade, pode-se partilhar de quase tudo...

Quando há boa vontade... :-)

Agora falemos do lado de não gostar de partilhar.

  • Raramente nos importamos de dar um pedacito da nossa sandes a um amigo do peito, desde que ele não nos coma o último pedaco.
  • Poucos gostamos de partilhar o copo com um estranho.
  • Contam-se normalmente pelos dedos da mão as pessoas que podem comer com o nosso garfo e uma vez a cozinhar, poucos gostamos que provem do tacho com a mesma colher com que se mexe a comida.
  • Nunca levar o garfo de servir à boca.
  • Nunca comer a última batata frita da travessa.
  • Nunca ciscar do prato do outro, a menos que ele/a ofereca.

Ele até no acto de partilhar há regras. Não é de qualquer maneira que se partilha, não é com qualquer um, não é qualquer petisco nem a qualquer hora do dia. Há uma etiqueta de partilhar...

Pronto era só isto que queria partilhar com vocês.

(Mas isto não é pessoal, não é dedicado a nenhum dos meus caríssimos leitores, foi só um tema que me veio à ideia).

14.6.06

Mais uma posta de pescada aqui da menina pescadinha

E como não sou tão profunda como a menina do sintoma pop, hoje o que tenho de interessante para vos contar é que desenhei um balcão para uma loja, mais uma caixa para expor faqueiros na mesma loja, mais ums merda para pôr os preços na loja e mais uma merda para diferenciar os produtos novos dos produtos em segunda mão ou com defeito na bendita da loja. Não contente desenhei e aprefeiçoei a cozinha do loft do Joaquim. O Joaquim não existe, é nome fictício de cliente fictício de designer de interiores fictícia que não tem nada melhor para fazer se não criar clientes e 'decorar-lhes' (salva a expressão decorar) o loft. É o meu novo jogo. Dei-lhe um nome, chama-se 'sims, mudei-lhes a casa'.
Depois desenhei o telhado de uma empresa de canalizações, telhado esse que ainda não sei se vai cobrir o edifício porque não sou arquitecta e não percebo dessas merdas.
Depois o Osma telefonou. Fomos apanhar sol para o parque por volta da 16:30. Depois comprei uma posta de salmão, grelhei-a e comi-a com batatas noisette.
Agora espero pelo o jogo da Alemanha... e sem mais nada para contar deixo-vos aqui um par de fotografias que tirei à uns Domingos atrás quando estava com o macho e que, de tão ridículas que são lá me melhoraram o humor.

E por hora é tudo. Continuo sem as benditas novidades mas mando um email às duas únicas que se interessam por estas coisas para as pôr a par antes do acontecido.

Assim acontece em mais uma intervenção que de diária passou a semanal...