Porque é que um mal nunca vem só ou tese sobre a depressão financeira face à depressão emocional.
Hoje, na minha tarde altamente produtiva (sempre que vejam mais que um post diário podem associá-los directamente ao facto de eu andar a laurear a pevide no escritório), analisei a minha vida amorosa face à minha conta bancária e, baseando-me na regra portuguesa que um indivíduo é suficiente para criar um estudo fiável com dados estatísticos, resolvi escrever a tese "Porque é que um mal nunca vem só ou tese sobre a depressão financeira face à depressão emocional."
Qual é então a razão principal para eu, em plena fase de depressão emocional, ter muito menos dinheiro do que em alturas que estou happy happy, joy joy, com companheiro ou sem ele?
A razão é na realidade muito simples. Quando estás solteira, sem prespectivas concretas de deixar de estar nos próximos meses e com um tipo na tua perna que não está disposto a fazer nada contigo para além de te levar à loucura (clínica), o dinheiro vai-se como os cães vão aos ossos, como os turistas algarvios vão ao mar, como os homens na casa dos 40 vão às putas.
Vai-se porque quando estás solteira, sais mais à noite na esperanca de encontar o homem que te vai preencher ou simplesmente o homem que te está a enlouquecer, se sais mais, bebes mais, fumas mais chegas mais tarde a casa. Se sais mais compras mais trapinhos para poderes estar mais apresentável quando sais e assim se vai o dinheiro.
Mulheres se quereis ser saudáveis financeiramente mantenham distância de homens que não sabem o que querem, ou que sabem o que querem mas não o sabem dizer, ou que são estúpidos, ou que não são manipuláveis, ou simplesmente homens que sejam homens de um modo geral. Outra opcão é prenderem um para a vida que, preferencialmente, vos pague as contas.