31.8.06

Mais uma vez não resisti... ai esta vida de inútil.

If You Were Born in 2893...

Your Name Would Be: Yuu Irb

And You Would Be: An Alien Anthropologist

Este era tão real que tive que partilhar...

You Are A Martini

You are the kind of drinker who appreciates a nice hard drink.
And for you, only quality alcohol. You don't waste your time on the cheap stuff.
Obviously, you're usually found with a martini in your hand. But sometimes you mix it up with a gin and tonic.
And you'd never, ever consider one of those flavored martinis. They're hardly a drink!


Sincerely yours


Khristyna Thedya Solovyov


O meu nome russo

27.8.06

E já agora...

Aceitam-se sugestões de cor, vamos votar na cara do pinguim de Outono. Vamos alegrar o leitor deste blog.

25.8.06

Still under contruction

Pois é mas já viram o que eu consegui fazer... isto está cada vez melhor. Quando tiver tempo faço um do princípio, porque estou a fazer o meu webfolio. Descobri o meu novo hobbie de desemprego. ARRAY.

18.8.06

under construction

Talvez por uma semana, talvez por toda a vida.
A autora está a aprender HTML, e pelo o que me contaram das suas capacidades intelectuais e do pequeno vírus informático que transporta na ponta dos dedos, é provável que leve muito tempo.

16.8.06

Fim das aulas começaram as férias. Viva as férias, viva as férias. Oh Praia, oh Mar, Nós estamos a chegar.

Não que haja muito para contar, mas pronto, enloqueci, quero partilhar as minhas férias com vocês até ao mais ínfimo prrrromenorrrrr. Se bem que (ihih) isto não são bem férias como todos vós sabeis, mas supondo que sou uma pessoa pagadora de impostos, com um horário da 9:00 às 18:00, activa, trabalhadora, que caleja a mão com o trabalho árduo, que rega a terra com o suor do seu rosto, supondo que eu sou isso tudo, as minhas férias começaram no domingo que 'essa' bazou.

Era uma bela madrugada de Domingo. Eu, Catarina e Rita esperávamos ansiosas pelas 5:00 para podermos ir regalar a cabeça na almofada sem pesadelos ou realidades com homens escamosos nus. O Joni sentiu pena e juntou-se a nós numa noite que aparentemente só pareceu divertida para os indivíduos que estavam na mesa ao lado da nossa (Cat manda essa foto para ilustrar este parágrafo). O bar chamava-se 'Associação dos loucos e sonhadores' e nunca o nome de um bar fora tão descritivo (com excepção do biscaense que é frequentado por biscainho e biscaia). O esa refilada com o seu mais recente desgosto amoroso, enfurecia-se com a falta de precisão geográfica que eu demonstrava enquanto lhe explicava onde estávamos para ele poder contar à sua amada e assim se poderem ver. Mas a amada queria tudo menos ver esa e arrematou-o com sms e nunca mais apareceu. Esa decepcionado bebeu vinho tinto a 70c o copo e pela primeira vez alegrou-se com a relação qualidade-preço de uma tasca portuguesa. Assim se suspirou pelas horas até às 4:e tal, hora em que nos retirámos em direcção às viaturas que nos levariam ao aeroporto.

Viaturas disse eu... menti, viatura. O Cat mobile havera sido rebocado e levado para sítio desconhecido. Cat dramaticamente encostou a cabeça à parede enquanto choramingava 'Porquê eu?' ao que o sinal de proibido parar e estacionar que estava à sua frente respondeu 'Só podes estar a gozar comigo! Ignora-me e depois chora. Toma lá que é para aprenderes.' -Sobrava assim o pai aresta mobile onde alguns entraram felizes e contentes, uns bastante chateados e outros com piadas inesquecíveis como 'Não te preocupes Catarina. Já tens programinha para amanhã.'

Foi-se à esquadra descobrir o paradeiro do carro desaparecido, o Joni subiu a colina direito a chez lui e as 3 resistentes dirigiram-se alegremente ao aeroporto onde o finlandês iria ficar. Foi o momento alto das minhas férias. Não me interpretem mal, eu gosto do esa, mas ele na sua casa e eu na minha. Esa é muito complicado, é muito alérgico, é um bocadinho de mau feitio, é espaçoso, cheira mal dos pés e dorme nu... e isto durante duas semanas é muito tempo.

Entrada nas férias, dirigi-me a casa e dormi até a cama me cuspir. Soube que nem ginjas. Nos dias seguintes escrevi relatório mas não entreguei porque o meu professor estava com pressa de partir de férias. Ficou para Setembro e sendo assim, Intercidades direcção Estarreja. Fui buscar o meu carro e visitar vovo e vóvó. A Murtosa, por muitos anos que passem, nunca vai deixar de me enlouquecer. Aquela terra leva-me a um aborrecimento capaz de me cortar os pulsos. Numa tentativa de escapar ao suicídio, fugi para a praia da Torreira para torrar e torrei, porque a minha actual pele escandinava não gostou de dormir ao sol. Apanhei um escaldão mas nada de muito mau comparado com o quase afogamento que aquele mar me ia causando aos 10 anos de idade e com a queimadura de primeiro grau que me deixou na cara aos 18. Este escaldãozito foi uma brincadeira de miúdos, até me pareceu ouvir a praia gargalhar entre dentes, apanheeeeiiii-te.

A Catarina apareceu quando eu me preparava para desaparecer direito a Lisboa e bebemos juntos (eu, ela e o Luís) café à margem da ria de Aveiro. Tirámos fotografias em Moliceiro, eu fui para Lisboa, eles para as férias. A viagem a Lisboa foi o máximo. Entrei na A1, parei numa área de serviço na Mealhada, esqueci-me lá da carteira. Saí em Leiria e dei por falta da carteira. Voltei à Mealhada, saí da auto estrada, voltei a entrar, entrei na área de serviço, reavi a carteira, saí em Leiria, entrei na A8 e com o cansaço adormeci 3 vezes ao volante sendo muito estranho como não me matei. Gastei 70 Euros de carro e 15 E de comboio. Aparentemente o nosso Presidente da República não é assim tão nabo e lá sabe o que diz quando nos mandou a todos usar os transportes da CP. Ao menos lá podemos dormir.

Assim que cheguei a Lisboa meti-me noutro carro e fui para Olhão. Da Ria de Aveiro à Ria Formosa, das grutas às Ilhas, das águas frias e violentas ao mar calmo e ameno. E assim passei a minha última semana. Dorme-Come-dorme-praia-dorme-come-dorme. Foram dos 7 dias mais felizes que tive desde que cheguei a Portugal. Tirando claro aqueles em que revi toda a gente.

E assim foi. Para a semana há mais mas desta vez em Portimão.

12.8.06

O Pinguim anda com pulga.

Pois é. Estou com um vírus no blog. Anda para aqui um tal de anónimo a apoquentar-me com um link para eu o seguir e porque quer e porque deixa, e ainda por cima hoje ao tentar apagar os comentários do anormal, ele apagou-me os comentários dos meus estimados leitores e amigos. Joni eu não me zanguei contigo e numa fúria apaguei os teus últimos comentários, é esta pulga anónima que me anda para aqui a esburacar o blog. Por essa razão agora só os registados é que podem comentar, acabou-se o anonimato no pinguim, esperemos que funcione.

27.7.06

suspirem lá todos comigo

Terapia da fala. E como é assim que o meu Setembro começará vou fazer neste último post uma homenagem aos meus antigos vícios da fala. Este escreverei sem 'eles'.

Quarta-feira fui ao senhor doutor OTORRINOuARINGOuOGISTA (1.2.3. digam todos outra vez). O doutor puxou-me a uíngua para fora enfiou-me um espeuho goeua abaixo e obrigou-me a dizer iiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii. Ao fazer isso eue descobriu que eu tenho cauos nas cordas vocais. Pois é. Falar de forma incorrecta faz cauos nas cordas. As cordas em vez de se moverem de forma uivre, ueve e souta, fazem cuap cuap uma contra a outra e uá ficam cauos.

Resuutado... Terapia da faua. Vou ter que reaprender a fauar. Porque senão os cauos crescem. E se eues crescem eu suspirarei para toda a vida. Se eu suspirar para toda a vida a Rita deixa de me fauar, a Catarina põe-me um quadro ao pescoço, o Uasse perguntará sempre em voz muito auta porque é que eu estou a suspirar, que o que disse não é segredo para ninguém. E nem quero ter que pensar no número de vezes que ouvirei 'ah! o que é que disseste?'. por essas e por outras, agora deixei mesmo o fumo pelo menos o meu (sendo que já lá fazem 72h que eu não fumo). esperemos que se mantenha.

O report está quase a acabar mas sinto que só o poderei entregar em Setembro porque não há faculdade aberta em Agosto. O Miroques fez anos ontem mas não me atendeu o telefone e a Chinesa faz anos no dia 29. No dia 30 o Esa volta para a Finlândia e depois disso eu recomeço a procura por emprego para voltar para lá também. E é tudo.

Este post é o sinau que eu envelheci, porque uma ida ao médico virou assunto para descrever uma semana. Isto está tudo tão excitante!!!! Vamos lá ver se o fim de semana melhora isto.

24.7.06

Soundz Good Soundz Like Lisbon

Desde já peço um aplauso para o título barato e o trocadilhozinho fácil.

Obrigado ... Obrigado.

Agora passo ao que interessa.

Lá em cima estava o tiroliroliro e cá em baixo estava o tiroliroló... juntaram-se ambos à beira do rio a tocar o violoncelo e a dançar o solidó. Isto descreve a segunda banda lá com a menina Isobel que tinha uma vozinha... nem volto a dizer de onde vinha a voz dela porque a maioria dos meus leitores já sabe a minha opinião. Nã gostei nada dos dois primeiros.... chato... musiquinha chata. Mas nem tudo são queixas.

Eis que ele entrou. She wants revenge. Adorei, adorei aquele senhor. Adorei o seu penteado, o seu casaco e colete, os movimentos em palco e a musiquinha... É que o moço dançava mesmo bem e não partilho de opiniões que usam o velho preconceito, se dança bem só pode ser gay. Depois os outros meninos que não estavam mal mas que não me agradaram tanto quanto o primeiro e por fim os grandes... os cabeças de cartaz. Estiveram muito bem, fartei-me de dançar, de cantar as musiquinhas todas do novo album do qual gosto bastante. Cantei até que voz doeu (literalmente) e mais uma vez fiquei sem pio no fim de um fim de semana.

Depois disso a Rita prometeu deixar de me falar se algum dia eu ficasse muda para sempre, a Catarina prometeu que entraríamos ambas no curso de linguagem gestual, se bem que ao fim da noite já estava mais interessada em comprar-me um quadro de xisto para eu carregar ao pescoço. Fomos ao biscaense e eu comi o (até então) melhor hamburguer vegetariano. Gostei daquele jovem empreendedor brasileiro que anda por ali a alimentar os beberruns e desamparados pedindo somente 2,5 Euros em troca.

Por fim Incógnito, revi velhos colegas dos tempos que eu era a Paula from the Block (ou seja RAC numa famosa empresa de Entertainment home), dei dois pézinhos de dança e ala que se faz tarde.

Hoje fui “trabalhar” pelos 50E mais fáceis de toda a minha existência e depois gastei parte. O plano era sapatos, mas como ainda não encontrei o par perfeito para o meu pézinho de Cinderella, comprei calções e t-shirt (quase a mesma coisa).

Beijinhos. Volto quando voltar a ter assunto.

18.7.06

Pois sempre me disseram que no Inferno as temperaturas são altas...

O nosso mundo de redondo que é tem sempre destas coisas. Uma pessoa mexe-se para sul e a sua vida fica um infernozito terreste que é qualquer coisa. Cheguei a Portugal fez ontem 8 dias. Ao aterrar em Lisboa, pela primeira vez em toda a minha vida, a excitação de ver as colinas, as casinhas de mil cores, a ponte 25 e o castelo não foi lá grande coisa. Abertamente, desta vez eu não estava a fazer grande questão no meu regresso. Não me interpretem mal, eu gosto muito do meu país, é bonito e tudo e tudo mas ele há coisas que me irritam.

Segunda-feira, dia 10 - Chego a Lisboa às 13:00. Mamma de mio cuore espera de braços abertos e lágrima no canto do olho. A Portela é sem sombra de dúvida o aeroporto mais teatral de todo o mundo, creio que nem a Venezuela ou o México, com as suas novelas de fazer chorar a pedrita da calçada, conseguem ser tão dramáticos na hora do 'Olá que já não te vejo faz tanto tempo' ou do 'Adeus, oh vai-te embora'. Saímos da comédia gregó-romana e fomos para Loures procurar um restaurante. O sítio onde eu moro está tão à frente com o seu slogan de 'terra de futuro' que nem precisa de comer à segunda-feira. Tudo quanto era restaurante, casa de pasto, ou qualquer outra coisita do género, estava fechado. Lá seguimos mais para norte um bocadinho e encontrámos um restaurante cuja a especialidade era leitão mas que também sabia fazer um belo polvo à lagareiro. Estive mais de 3 horas à mesa a comer e a beber. Os meus pais ficaram com a ligeira impressão que eu não comia desde que saí de Portugal em Janeiro e, de certa forma, polvinho com batatinha assada e vinho branco com bolhinhas, já não comia fazia algum tempo. Chegámos a casa, ficámos o resto do dia sem fazer nada até que à noite lá fui beber cafézito com a Ritinha para pormos a conversa em dia.

Terça-feira, dia 11 - Resolvo ir ao banco resolver os meus problemas financeiros. O Montepio é simpático e dá-me um cartão de crédito. Mas não me diz que eu só o posso usar dali a 48 horas. Eu como já não usava o meu electron há muito tempo e me esqueci do código porque na Finlândia não era preciso usá-lo, resolvo tentar levantar dinheiro com o meu cartão novo. A caixa ficou com ele. Vou ao banco queixar-me, eles dizem "Ah a menina precisa de 48 horas antes de o usar. Precisamos do fax do banco que lhe ficou com o cartão. Arranje-o". Lá fui buscar o número do fax, lá o fui levar. (Um cartão = 3 idas ao banco no mesmo dia). Depois fui para Lisboa, cortar o cabelo a uma cabeleireira pouco inspirada que me transformou no Steve Tyler (ver Boing Boom Tschak) um bocadinho mais gordinho. Lá encontrei o amm da CAMMA (alves, medeiros, mira) os meninos e menina do meu coração e Herlander. E este dia também teve direito a almocinho com a RU.

Quarta-feira, dia 12 - Pouco há para contar deste dia de fastio em que resolvo começar a desfazer a mala. A minina Pat Jessie Cat resolve voltar do Milão, para o qual foi sem dizer nada a ninguém e vamos ao Dallas beber uma águita fusquinha que este calor já nem deixa uma pessoa comer ou beber café (os dois maiores prazeres). Fui ver a Dra. Sónia, a Dentista mais Sexy de todo o mundo que está com uma barriga bem redondinha de onde vem mais uma cachopinha para virar o mundo ao contrário. Deu-me duas notícias. A boa foi saber que a tipaleipa finlandesa não venceu e o meu dente partido tem reconstrução. Má notícia, a gravidade, gengiva mole e língua ganharam e quinta feira que vem serei um Steve Tyler com aparelho nos dentes. LOVELY.

Quinta-feira, dia 13 - Ligo ao Afonso, ele dá-me trabalho para a semana (escrever o relatório o mais depressa possível). Vou sair com a Ru e o Tiago e a amiga Italiana da Ru que a veio visitar. Fomos ao Chapitó e tive que passar uma noite a falar portinhol. Vós que me conheceis melhor sabeis que isso para mim não é fácil e me deixa de nervo em franja. O Esa liga e diz que Sábado às 23 chega a Lisboa.

Sexta-feira, dia 14 - Fico o dia todo em casa a escrever o relatório e a desidratar porque o calor por cá ... é que não há paciência.

Sábado, dia 15 - Lo mismo que sexta mas às 23 vou buscar o Esa. Vimos à minha casa, ele janta e bebe mundos. Vamos para Santa Cruz para o Carnaval de Verão que estava a acabar... Bebemos a noite toda com a Catarina, vamos para a casa dela dormir.

Domingo, dia 16 - Encontro o meu André na escada quando vou a sair do quarto... felizmente há tanta gente bonita para rever por cá, almoçamos um polvo delicioso feito pela mãe dos manos maravilha e vamos para a praia a tarde toda. O Luís também lá estava e foi uma tarde de piadas em torno de um jornal. Voltamos ao fim da tarde, jantamos com os meus pais um peixe assado no forno que estava DEMAIS e vamos ao bairro beber um copo. Mais uma vez fico sem o cartão numa caixa multibanco. O Esa faz novos amigos e pelos vistos eu também dado que Joni foi despromovido de Demo. Perco a minha voz, consequências a meu ver tabagísticas, pelo 4º fim de semana consecutivo.

Segunda-feira, dia 17 - Vou ao banco tentar resolver o meu problema com o cartão e apanho uma bancária pouco simpática que me diz "Como é que o queria poder usar se ele não está activo" com a pior atitude que já vi alguém ter atrás de um balcão. Eu respondo "Olhe é assim, eu já vim 4 vezes a este banco por causa desse cartão para o ACTIVAR, e como tenho pouca paciência para essas coisas e como a senhora não me quer com mau feitio, vamos cancelá-lo" a atitude dela mudou logo e ficou uma simpatia. Disse-me que para o cancelar sem custos tinha que o ir buscar ao banco que me tinha ficado com ele, precisava do fax, eu tinha que o arranjar. Mais uma vez, bastante calma pelo menos no tom eu respondi "Não, não tenho. A senhora é que vai pegar no telefone, vai ligar para as informações, pedir o número do banco, ligar para o banco e pedir o fax de lá. Mandar o fax e então eu irei a lisboa buscar o cartão." E assim foi. É lindo o respeito que me têm quando eu uso o meu tom rouco.
Depois fui passear o Esa ao Bairro e ao Chiado e encontramos os outros dois filandeses, novos amigos do Esa. Fomos almoçar à Casa da Índia e depois fomos ao Castelo. O resto da tarde foi de vinho no Chapitó e à noite encontro a minha Chinesa e o Italiano dela no bairro. E assim acontece, vão-se matando saudades e algumas células entre birras e altas temperaturas. Segunda-feira fumei o meu último.

Hoje recomeça uma nova Pala, esperemos que tenha voz daqui a nada porque já me cansa esta vida de fadista frustada que não consegue dar-lhe nos graves. Hoje o meu futebolista faz anos.