Falando em Intermitência Afectiva
Alguém me disse um dia que o caminho para conquistar o amor impossível era a intermitência afectiva. Esta técnica de conquista consistia em encheres alguém de atencão, esperar e analisar as reaccões face a essa atencão, retirar essa atencão e esperar que a cobaia reagisse da mesma forma que estava a reagir antes da atencão lhe ter sido tirada, na esperanca que esse comportamento lhe devolvesse a atencão de volta.
Tudo claro, compreendi o esquema. A questão posta é, será que funcionará igualmente bem ou melhor se em vez de retirarmos a atencão a dirijamos a outro objecto de estudo que ainda que não interesse assim tanto sempre nos vai entretendo nas horas de tédio?
Assim humildemente a comunidade científica finlandesa questiona a comunidade científica portuguesa na esperanca que na sua imensa sabedoria saibam a resposta certa a este dilema. Contudo, e como a net continua a ser um meio de comunicacão muito lento, eu vou continuar com os meus estudos em campo para ir adiantando trabalho.